Eu ainda tenho registros de tentativas frustradas de fazer um bom vídeo em stop-motion, principalmente porque na época a câmera usada era analógica e sem controle remoto ou tripé. Mas acredito que mesmo se tivesse essas ferramentas, eu dificilmente chegaria aos pés de alguns dos vídeos selecionados. Tanto pela técnica quanto pela execução das idéias. Já fiz um post sobre stop motion em jogos de atari, vale a pena dar uma olhada também.
E ainda há inúmeros outros feitos em Lego. Eu separei o resto do post para deixar o trabalho do grupo PES mais destacado, visto que eles são realmente fod*s. Prova disso é que todos os vídeos deles no youtube têm nota máxima de votação dos que os assistem.
O que fazer quando um sentimento misto de tédio com nostalgia brota e temos uma máquina fotográfica em mãos? Recriamos fotos antigas, mantendo as mesmas posições e objetos da cena registrada. Eu ainda não, já que não tive a oportunidade de ter essa vontade, mas acho que não seria má idéia:
Surgiram uns vídeos por aí sobre grupos de amigos que conseguiam fazer pipocas estourarem em cima da mesa a partir do toque combinado de telefones celulares. A experiência parece ser bastante simples, basta juntar alguns celulares apontados para grãos de milho e fazê-los tocar ao mesmo tempo. Em alguns instantes os grãos viram pipocas.
Sinceramente eu não sei qual é a desses artistas que gastam um tempo absurdo fazendo coisas lindas e deslumbrantes, mas aparentemente inúteis e que pouca gente dá valor. O holandês Theo Jansen uniu engenharia e arte num conceito bastante original de máquinas movidas pelo vento, criando seres gigantescos que se movimentam por conta própria.
Mário, o irmão do Luigi, é sem dúvida o personagem de vídeo-games mais famoso do mundo, assim como a música-tema de seu primeiro jogo lançado.
Quando um amigo meu tocou essa música no violão eu fiquei todo maravilhado pelo nível absurdo de nerdice demonstrado com habilidade naquele instrumento, mas depois de ver os vídeos abaixo, eu tive que admitir que os video-games podem afetar a nossa sociedade de um jeito que não imaginamos.
Nunca fui muito fã de jogos de luta. O único MK que simpatizei foi o 3, para mega-drive, mas só pq eu tinha uma revista com todos os golpes e fatalities listados, daí jogar sozinho não era tão entediante. Fora isso, cansei de levar surra em campeonatos de video-games com amigos que debulhavam o jogo e sabiam tudo de cor. Me sentia mal por não saber tudo aquilo.
Depois vieram as outras versões do jogo e aí que eu perdi o interesse mesmo. Só me restou a nostalgia recuperada com os filmes que lançaram baseados no jogo. Sem dúvida é um dos grandes títulos já lançados até hoje, prova disso é a repercussão que ele tem até hoje na internet, com montagens e histórias feitas através de animações em flash em diversos sites. Um deles é o Newgrounds, que reúne cerca de 50 animações do tipo. No vídeo abaixo, uma compilação de “Mortal Kombat: Outtakes“, uma de minhas favoritas
Quem nunca ouviu falar de Chaves e Chapolim provavelmente não tenha TV ou não assiste a emissora do senhor Abravanel. Caso esse seja o seu caso, entre em algum dos links abaixo para saber um pouco mais sobre esse sucesso do SBT na década de 80/90
Bom, existe fanatismo de vários níveis, mas o que esses caras fizeram supera tudo que eu já vi até hoje, até os jogos adaptados [Street Chaves e Super Magro World]. Os caras tiveram a manha de criar narrativas de drama, suspense e terror só com edições muito bem feitas de trechos do seriado original. São vídeos curtos, mas bem interessantes para quem acompanhou o “Chavo del Ocho”:
Artesanato é uma forma de arte interessante. De materiais inesperados surgem objetos, na maioria das vezes, decorativos. O que conta mesmo é a criatividade de quem está com a mão na massa.
Navegando pelos meus favoritos caí em um site com PaperCrafts, que são simplesmente, modelagens diversas feitas com papel. Geralmente feitos com papel de gramatura mais alta, no qual é impresso um modelo, algumas dessas obras chegam a ficar com um certo nivel de realismo.
Basicamente, o necessário para se fazer o papercraft é ter uma impressora, pois os modelos, na maioria daz vezes, são em formato PDF e o procedimento é imprimir o arquivo do modelo, recortar e montar :).
Alguns dos modelos que ví, chamaram minha atenção, então, comecei a procurar mais links, tive sucesso e fiz uma bela compilação para esse post.
Comecemos por um modelo bem simples. um dado! Para fazer o seu proprio dado, baixe esse arquivo imprima e siga as instruções no site do autor. Que também recomenda papel de gramatura 180. Há também os modelos WRL para download, caso queira editar o modelo.
Quando você leu o título desse post pode ter pensado “mas q?”, mas não se assuste, o negócio é mais legal do que parecer ser. Dando uma passada na wikipédia, dá para ter uma noção melhor dessa expressão e conhecer a lista de ocasiões na mídia em que ela foi adaptada:
Uma Rube Goldberg machine é um aparato incrivelmente complexo que realiza tarefas muito simples de um modo bem indireto e inútil. Esse termo apareceu pela primeira vez num dicionário com a definição: “completando através de métodos extremamente complexos aquilo que poderia ter sido feito de maneira mais simples”.
Em outras palavras, são aquelas engenhocas que todo mundo gosta de ver funcionando e que ninguém teria paciência de montar.