O que fazer quando um sentimento misto de tédio com nostalgia brota e temos uma máquina fotográfica em mãos? Recriamos fotos antigas, mantendo as mesmas posições e objetos da cena registrada. Eu ainda não, já que não tive a oportunidade de ter essa vontade, mas acho que não seria má idéia:
Mário, o irmão do Luigi, é sem dúvida o personagem de vídeo-games mais famoso do mundo, assim como a música-tema de seu primeiro jogo lançado.
Quando um amigo meu tocou essa música no violão eu fiquei todo maravilhado pelo nível absurdo de nerdice demonstrado com habilidade naquele instrumento, mas depois de ver os vídeos abaixo, eu tive que admitir que os video-games podem afetar a nossa sociedade de um jeito que não imaginamos.
Quem nunca ouviu falar de Chaves e Chapolim provavelmente não tenha TV ou não assiste a emissora do senhor Abravanel. Caso esse seja o seu caso, entre em algum dos links abaixo para saber um pouco mais sobre esse sucesso do SBT na década de 80/90
Bom, existe fanatismo de vários níveis, mas o que esses caras fizeram supera tudo que eu já vi até hoje, até os jogos adaptados [Street Chaves e Super Magro World]. Os caras tiveram a manha de criar narrativas de drama, suspense e terror só com edições muito bem feitas de trechos do seriado original. São vídeos curtos, mas bem interessantes para quem acompanhou o “Chavo del Ocho”:
Ator, mímico e comediante nascido no Quebéc, Michel realiza apresentações de lotar casas de shows que normalmente serviriam para apresentações musicais de grande porte. Seus números são feitos com muita mímica, alguns sons básicos para situar os espectadores e alguns objetos para interagir e deixar a cena mais completa.
Eu assistia apresentações desse cara no multishow, num programa de variedades de palco chamado Só Rindo [Just for Laughs], gravado em Montreal, Canadá. Passava todo sábado à noite [hoje em dia passa no período da manhã] e eu não perdia um.
Seguem alguns vídeos de apresentações do mímico canadense.
Quando você leu o título desse post pode ter pensado “mas q?”, mas não se assuste, o negócio é mais legal do que parecer ser. Dando uma passada na wikipédia, dá para ter uma noção melhor dessa expressão e conhecer a lista de ocasiões na mídia em que ela foi adaptada:
Uma Rube Goldberg machine é um aparato incrivelmente complexo que realiza tarefas muito simples de um modo bem indireto e inútil. Esse termo apareceu pela primeira vez num dicionário com a definição: “completando através de métodos extremamente complexos aquilo que poderia ter sido feito de maneira mais simples”.
Em outras palavras, são aquelas engenhocas que todo mundo gosta de ver funcionando e que ninguém teria paciência de montar.
Não sou da época desse jogo, mas mesmo assim eu simpatizo com essa bola amarela gulosa hipocondríaca que passa a vida toda comendo pílulas em labirintos claustrofóbicos sendo perseguida por fantasmas. O jogo foi criado no Japão em 1980 e foi o primeiro jogo de vídeo-game a não ter tiros ou esportes como tema. Mais informações e curiosidades na wikipédia. Se quiser jogar, clique na imagem acima.
Hoje o que movimenta os jogos são gráficos. Sim, sucesso para um jogo é fazer com que ele não rode em 85% (número completamente fictício) dos computadores. Um exemplo é o Crysis, da CryTek. O jogo parece que foi feito para você não jogá-lo. Admiro sim, a física envolvida, graficos, paisagem. Mas não sei se esse jogo me divertiria como alguns jogos antigos.
A imagem ao lado é do primeiro Warcraft, Orcs and Humans, lançado em 1994 pela Blizzard. Gráficos avançados? pra quê? O jogo conseguia ser divertido e desafiador, ao mesmo tempo que iniciava a grande história que envolve todos os jogos da série Warcraft.
Enfim, para vocês que gostam de um pouco de nostalgia e ainda se divertem com esse tipo de jogo, apresento dois sites à vocês: Abandonia e DosGames. Ambos os sites tem um belo acervo de velharias que divertiram crianças e jovens por um bom tempo.
Pessoalmente, gosto mais do Abandonia, é mais leve e não tem muita poluição com propagandas. Ambos tem um fórum de discussão, com outros fãns do gênero.
Eu nunca terminei esse
Apenas um detalhe que deve ser notados para aqueles que vão baixar e jogar em máquinas mais recentes. Como os jogos eram projetados para DOS, é necessário uma especie de emulador para fazer o jogo fluir como em computadores antigos (sim, seu Core2Quad não consegue rodar um jogo para DOS perfeitamente). Nessa página, dentro do próprio abandonia, são listados varios utilitários que ajudarão a rodar os jogos, nada complicado, apenas instalar, e algumas linhas de comando depois, começar a jogar
O projeto GAME OVER é um projeto de arte do suíço Guillaume Reymond. São séries de animações filmadas recriando alguns jogos clássicos dos primeiros consoles, onde os pixels são substituídos por um grupo de pessoas de verdade que se movimentam pelas poltronas de um teatro. O processo para cada vídeo leva cerca de 4 a 6 horas, sendo que cada pixel tem sua própria lógica de movimentação e se movimenta de acordo com as cenas para dar a sensação de movimento. O resultado final é bem impressionante:
Não sei se muitos lembram das famosas propagandas do Mentos, aquela balinha refrescante que era moda antes de aparecer o Halls, cujos protagonistas passavam por algumas dificuldades e davam uma reviravolta em suas atitudes após comer uma dessas balas. Depois de ver algumas paródias desse comercial, achei legal postar aqui. Tem até video-clipe
O College Humor sempre cria coisas engraçadas e/ou interessantes. Um bom exemplo disso é a mini-série Street Fighter Later Years que narra a história dos principais combatentes do vídeo-game após se aposentarem e sentirem vontade de lutar de novo em um campeonato. Até agora já saíram 7 episódios e parece que ainda tem mais por vir.